O toque, a prática, a ruína e a itinerância: mediação museológica e criação de poder
Partindo da especificidade de um museu concebido por um serviço educativo, consideramos o processo de concretização daí decorrente analisando as suas implicações na relação com o público. Questionamos quais os processos de mediação, ativados na conceção do Museu, que possibilitam novos modelos de pa...
Kaydedildi:
| Yayımlandı: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Asıl Yazarlar: | , |
| Materyal Türü: | Article ou chapitre numérique |
| Dil: | Portugais |
| Baskı/Yayın Bilgisi: |
e-cadernos CES
2019
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| Konular: | |
| Online Erişim: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Özet: | Partindo da especificidade de um museu concebido por um serviço educativo, consideramos o processo de concretização daí decorrente analisando as suas implicações na relação com o público. Questionamos quais os processos de mediação, ativados na conceção do Museu, que possibilitam novos modelos de participação do público no espaço museológico, promovendo condições para um exercício mais democrático e autónomo de produção de conhecimentos e de criação de sentido. Analisando a experiência do Museu nos últimos anos, propomos o toque, a prática oficinal, a ruína e a itinerância como possíveis processos que concretizam essa mediação. Concebemos um museu que, na sua génese, apenas se ativa pela intervenção do visitante; propomos o “Museu Ambulante” enquanto projeto que inclui a participação dos visitantes de locais normalmente distanciados dos centros urbanos e da cultura. |
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