Programa Sala do Artista Popular: um espaço de encontros, trocas e democratização de culturas
Nos últimos anos, é crescente o interesse que diversas pessoas, instituições e áreas de conhecimento nutrem pelas chamadas artes populares. Alguns caminhos têm se mostrado sobremaneira relevantes, como: processos de patrimonialização; políticas governamentais de cultura; projetos de (re)musealização...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Autore principale: | |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
e-cadernos CES
2019
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | Nos últimos anos, é crescente o interesse que diversas pessoas, instituições e áreas de conhecimento nutrem pelas chamadas artes populares. Alguns caminhos têm se mostrado sobremaneira relevantes, como: processos de patrimonialização; políticas governamentais de cultura; projetos de (re)musealização; e processos de artificação e inclusão nos sistemas de certificação, como as Indicações Geográficas. Este texto objetiva trazer comentários sobre o segmento das políticas públicas de cultura a partir da análise da experiência do Programa Sala do Artista Popular (SAP), realizado pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, no Rio de Janeiro. Criado na década de 1980 com os objetivos de documentar, valorizar e difundir as artes populares no país, a SAP, como é conhecida, nos instiga a pensar sobre algumas questões: Que diálogos promove no campo das artes populares? Como vem sendo apropriada ao longo do tempo e qual a sua atualidade? O que é que isso diz sobre o súbito “assédio” contemporâneo às artes populares? |
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