Política externa e política de defesa no Brasil: Civis e militares, prioridades e a participação em missões de paz

O artigo discute a participação dos militares na política brasileira, particularmente em decisões de política externa que lhes dizem respeito, como é o caso da participação em operações de paz. O ordenamento constitucional brasileiro provê adequado arcabouço institucional e normativo, mas os process...

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Detalles Bibliográficos
Publicado en:URI:https://journals.openedition.org/eces,
Autor principal: Rocha, Antonio Jorge Ramalho da
Formato: Article ou chapitre numérique
Lenguaje:Portugais
Publicado: e-cadernos CES 2012
Materias:
Acceso en línea:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Descripción
Sumario:O artigo discute a participação dos militares na política brasileira, particularmente em decisões de política externa que lhes dizem respeito, como é o caso da participação em operações de paz. O ordenamento constitucional brasileiro provê adequado arcabouço institucional e normativo, mas os processos políticos ainda não produziram o tipo de relação que se espera encontrar entre civis e militares em uma democracia contemporânea. Este artigo examina o assunto e aponta questões relevantes para se decidir sobre a inserção internacional do Brasil, especialmente quando se tenha que deliberar sobre o emprego de tropas em missões de paz. Para este efeito analisa a política externa brasileira que enquadrou a decisão de participar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti – MINUSTAH.