Revolução, história e memória – O 25 de Abril e os desafios da História Oral
A complexidade do fenómeno revolucionário em geral (e igualmente do 25 de Abril de 1974 em Portugal) exige uma abordagem metodológica que ultrapasse as dificuldades e limitações da historiografia clássica. Neste contexto, a História Oral vem assumindo uma importância crescente (também em Portugal),...
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| Dans: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Auteur principal: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Langue: | Portugais |
| Publié: |
e-cadernos CES
2018
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | A complexidade do fenómeno revolucionário em geral (e igualmente do 25 de Abril de 1974 em Portugal) exige uma abordagem metodológica que ultrapasse as dificuldades e limitações da historiografia clássica. Neste contexto, a História Oral vem assumindo uma importância crescente (também em Portugal), mostrando que ficamos muito mais próximos do acontecimento revolucionário, se à memória histórica e aos seus principais garantes, os arquivos, juntarmos a memória individual. Se ao registo exaustivo de factos, nomes ou datas, juntarmos as vozes de quem viveu essa experiencia única – dos principais protagonistas às figuras secundárias ou mesmo passivas – captamos ambientes, formas de pensar, valores, racionalidades e sensibilidades. É esse o grande desafio da História Oral, como pretendemos mostrar neste artigo. |
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