As Empresas Militares Privadas e o peacekeeping
O término da Guerra Fria assistiu à proliferação de diversos actores privados envolvidos em actividades tradicionalmente monopolizadas pelos Estados-nação. A beligerância, nas suas diversas dimensões, passou a ser uma actividade na qual as empresas privadas se envolvem cada vez com mais frequência e...
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| Dans: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Auteur principal: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Langue: | Portugais |
| Publié: |
e-cadernos CES
2012
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | O término da Guerra Fria assistiu à proliferação de diversos actores privados envolvidos em actividades tradicionalmente monopolizadas pelos Estados-nação. A beligerância, nas suas diversas dimensões, passou a ser uma actividade na qual as empresas privadas se envolvem cada vez com mais frequência e intensidade. Neste sentido, as Empresas Militares Privadas (EMP) têm-se estabelecido como actores privilegiados nas áreas da segurança e defesa. Mais concretamente, ao longo dos últimos anos muitas EMP assumiram actividades que se assemelham às operações de peacekeeping, tradicionalmente conduzidas por forças multinacionais sancionadas pela ONU. Contudo, as actividades desenvolvidas pelas EMP têm suscitado um debate aceso sobre os benefícios e os riscos inerentes à participação das EMP nas acções de estabilização e consolidação da paz. |
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