Portugal: uma semiperiferia reconfigurada
O presente artigo retoma a análise da condição semiperiférica da economia portuguesa iniciada há duas décadas e meia. Ao fazê-lo assume a pertinência e a atualidade do conceito de semiperiferia como referencial teórico. Argumenta-se que o processo de integração na União Europeia redefiniu a condição...
محفوظ في:
| الحاوية / القاعدة: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| المؤلفون الرئيسيون: | , |
| التنسيق: | Article ou chapitre numérique |
| اللغة: | Portugais |
| منشور في: |
e-cadernos CES
2018
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| الملخص: | O presente artigo retoma a análise da condição semiperiférica da economia portuguesa iniciada há duas décadas e meia. Ao fazê-lo assume a pertinência e a atualidade do conceito de semiperiferia como referencial teórico. Argumenta-se que o processo de integração na União Europeia redefiniu a condição semiperiférica da economia portuguesa, acentuando a sua posição de periferia europeia. Apesar das transformações por que passou, a economia portuguesa continua a ser marcada por uma forte heterogeneidade e por desequilíbrios, cuja interpretação é facilitada pela consideração da natureza intermédia das suas estruturas económicas, sociais e políticas. O maior dos desequilíbrios de hoje decorre da inserção da economia nos circuitos financeiros internacionais, garantindo o desejado escoamento dos excedentes de países centrais, através do crédito que estes também concedem para a aquisição dos excedentes. |
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