O sujeito da techne – O problema do desenho da vivência da justiça
Considerando a democratização da justiça como um problema político, propomos interpretar a arquitetura enquanto reflexão política. Por si só, a organização do espaço não produz mudanças sociais e políticas; simultaneamente, não pode remover-se do seu papel na produção dos quadros de vida. É desta co...
Gardado en:
| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
|---|---|
| Autor Principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado: |
e-cadernos CES
2015
|
| Sujets: | |
| Acceso en liña: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | Considerando a democratização da justiça como um problema político, propomos interpretar a arquitetura enquanto reflexão política. Por si só, a organização do espaço não produz mudanças sociais e políticas; simultaneamente, não pode remover-se do seu papel na produção dos quadros de vida. É desta condição que pretendemos falar. Procuraremos identificar os termos que definem a intimidade entre arquitetura e política, com o objetivo de traçar um campo de projeto, próprio da arquitetura, no qual a possibilidade de forma se coloca enquanto a gestão objetiva e subjetiva de corpos. Este objetivo será desenvolvido através de uma discussão do conceito de techne e das suas implicações para a arte de edificar e servirá para esboçar uma hipótese experimental de trabalho, na qual o problema de uma possível democratização da justiça possa ser imaginado através de práticas espaciais. |
|---|