Corpos que acontecem na fronteira
A Palestina é um símbolo do exílio; qualquer pessoa palestiniana vive, de uma forma ou outra, num estado de exílio literal e/ou metafórico. Por isso, é impossível estudar o cinema das mulheres palestinianas sem colocar estas mulheres no seu (não) lugar: o exílio. Neste artigo, abordo filmes de reali...
Uloženo v:
| Vydáno v: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Hlavní autor: | |
| Médium: | Article ou chapitre numérique |
| Jazyk: | Portugais |
| Vydáno: |
e-cadernos CES
2015
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| Témata: | |
| On-line přístup: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Shrnutí: | A Palestina é um símbolo do exílio; qualquer pessoa palestiniana vive, de uma forma ou outra, num estado de exílio literal e/ou metafórico. Por isso, é impossível estudar o cinema das mulheres palestinianas sem colocar estas mulheres no seu (não) lugar: o exílio. Neste artigo, abordo filmes de realizadoras-guionistas que estão exiladas fora da Palestina: Salt of This Sea (O sal deste mar) (2008), escrito e realizado por Annemarie Jacir, e Amreeka (2009), escrito e realizado por Cherien Dabis. Questiono como ambas as protagonistas, e simultaneamente, como ambas as realizadoras-guionistas, tentam (in)definir a noção de casa, exílio e fronteira. Pergunto: Será que estas mulheres encontraram um lugar que seja seu através do corpo no cinema? |
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