Para além da ortodoxia nacionalista timorense: a estória de Bi-Murak
Neste trabalho submeto a um questionamento feminista crítico e multidisciplinar algumas expressões dominantes do nacionalismo timorense contemporâneo no final da primeira década de independência política. Pretendo colocar em evidência a plurirracionalidade e o caráter disjuntor e problemático de alg...
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| Опубликовано в: : | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Главный автор: | |
| Формат: | Article ou chapitre numérique |
| Язык: | Portugais |
| Опубликовано: |
e-cadernos CES
2013
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| Предметы: | |
| Online-ссылка: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Итог: | Neste trabalho submeto a um questionamento feminista crítico e multidisciplinar algumas expressões dominantes do nacionalismo timorense contemporâneo no final da primeira década de independência política. Pretendo colocar em evidência a plurirracionalidade e o caráter disjuntor e problemático de algumas das memórias, tanto daquelas que parecem estar a ser esquecidas, como das que se têm vindo a constituir como princípios geradores da narrativa nacionalista hegemónica. O que poderá ter de produtivo para uma nação que se proclama a si mesma como possuindo uma identidade que designa timorense, usar outras narrativas e outras memórias dos acontecimentos fundadores, tidos como um património partilhado? Neste artigo argumento que a partir de narrativas de mulheres timorenses, sobre si e sobre as suas vidas, se poderá (re)conhecer outra comunidade imaginada que permanece em disputa, ainda que de uma forma subalterna, com a ortodoxia nacionalista timorense. |
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