Ícones: o poder da imagem nas memórias de Abril
Este artigo começa com algumas observações sobre as fotografias tiradas em Lisboa no dia 25 de abril de 1974 e nos dias que se seguiram para explicar como várias dessas imagens continuam a interpelar o espectador quase 50 anos depois. Estas imagens inscrevem um significado que aponta para além do me...
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| Publicat a: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Autor principal: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicat: |
e-cadernos CES
2026
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| Matèries: | |
| Accés en línia: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumari: | Este artigo começa com algumas observações sobre as fotografias tiradas em Lisboa no dia 25 de abril de 1974 e nos dias que se seguiram para explicar como várias dessas imagens continuam a interpelar o espectador quase 50 anos depois. Estas imagens inscrevem um significado que aponta para além do mero acontecimento registado, assim sugerindo uma complexa sucessão ou escala de sentimentos e experiências associadas com o momento captado. A partir da análise de dois retratos do Capitão Salgueiro Maia tirados pelo fotógrafo Alfredo Cunha no dia 25 de abril de 1974, comento como estas fotografias continuam a circular ao longo dos anos, aparecendo às vezes, em lugares e espaços bastante inesperados; assim, através de processos de remediação e intermediação, podem indicar alguns aspetos importantes da transição das memórias do 25 de Abril de um tempo/espaço da memória coletiva para o da memória cultural. |
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