Três teses sobre a agricultura de plantação
Neste texto, avanço três teses sobre a agricultura de plantação. Começo por defender que esta tem, intrinsecamente, propósitos e efeitos tanatopolíticos, levando à proliferação de morte biológica e cultural. Depois disto, ampliando a filosofia de Emmanuel Levinas para lá do intra-humano, proponho qu...
Wedi'i Gadw mewn:
| Cyhoeddwyd yn: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Prif Awdur: | |
| Fformat: | Article ou chapitre numérique |
| Iaith: | Portugais |
| Cyhoeddwyd: |
e-cadernos CES
2026
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| Pynciau: | |
| Mynediad Ar-lein: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Crynodeb: | Neste texto, avanço três teses sobre a agricultura de plantação. Começo por defender que esta tem, intrinsecamente, propósitos e efeitos tanatopolíticos, levando à proliferação de morte biológica e cultural. Depois disto, ampliando a filosofia de Emmanuel Levinas para lá do intra-humano, proponho que a agricultura de plantação é, inerentemente, imoral pois nega o rosto do outro, quer o dos miseráveis do mundo, quer o dos não-humanos. Concluo sugerindo que os problemas gerados pela agricultura de plantação só poderão ser resolvidos rejeitando o princípio de organização hierárquica do mundo que esta expressa, o que só poderá ocorrer reorganizando o mundo, incluindo as relações agrárias e as práticas agrícolas, segundo princípios anarquistas. |
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