Linhagem e estruturas de parentesco
A utilização de modelos de interpretação exteriores à realidade histórica portuguesa –em articulação com alguns conceitos importados da antropologia ou da sociologia–, a partir das décadas de 1970 e 1980, e a sua aplicação à Idade Média, particularmente aos estudos sobre a nobreza medieval portugues...
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| Опубликовано в: : | URI:https://journals.openedition.org/e-spania, |
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| Главный автор: | |
| Формат: | Article ou chapitre numérique |
| Язык: | Portugais |
| Опубликовано: |
e-Spania
2011
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| Предметы: | |
| Online-ссылка: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Итог: | A utilização de modelos de interpretação exteriores à realidade histórica portuguesa –em articulação com alguns conceitos importados da antropologia ou da sociologia–, a partir das décadas de 1970 e 1980, e a sua aplicação à Idade Média, particularmente aos estudos sobre a nobreza medieval portuguesa, levou a algumas interpretações em grande medida válidas, mas que investigações mais recentes, baseadas num melhor conhecimento das fontes, têm vindo a demonstrar a necessidade de serem reajustadas em determinados aspectos. A análise de dois documentos do final do século XIII e de um outro de meados do século XIV, vem reafirmar como foram bastante tardias, quer as transformações da estrutura do parentesco, quer a introdução e difusão do conceito de linhagem. |
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