Cobertura Noticiosa do Surto de COVID-19: Análise Temática de um Jornal Português de Referência
A cobertura noticiosa pode desempenhar um importante papel durante crises de saúde pública, alertando para os potenciais riscos, informando sobre medidas de resposta e encorajando comportamentos preventivos. No entanto, a pandemia COVID-19 aumentou a precariedade dos jornalistas, ao mesmo tempo intr...
שמור ב:
| הוצא לאור ב: | URI:https://journals.openedition.org/cs, |
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| מחבר ראשי: | |
| פורמט: | Article ou chapitre numérique |
| שפה: | Portugais |
| יצא לאור: |
Comunicação e sociedade
2023
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| נושאים: | |
| גישה מקוונת: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| סיכום: | A cobertura noticiosa pode desempenhar um importante papel durante crises de saúde pública, alertando para os potenciais riscos, informando sobre medidas de resposta e encorajando comportamentos preventivos. No entanto, a pandemia COVID-19 aumentou a precariedade dos jornalistas, ao mesmo tempo introduzindo novos desafios no seu trabalho. Este artigo apresenta os resultados de uma análise temática a 612 notícias sobre o período inicial do surto de COVID-19 em Portugal, publicadas num jornal português de referência, de janeiro a março de 2020. Os resultados mostram a relevância da proximidade geográfica e cultural como valores-notícia da cobertura internacional. Ainda que a quantificação de casos e mortes tenha sido um tema proeminente tanto em notícias internacionais como nacionais, a cobertura doméstica deu maior relevo a casos específicos de infeção, enquanto os indicadores epidemiológicos gerais foram mais frequentemente o tema principal da cobertura de outros países. Notícias sobre eventos em Portugal focaram mais frequentemente medidas específicas de contenção e mitigação, ao contrário da cobertura internacional, que valorizou antes os estados de emergência e quarentenas. Relativamente a fontes de informação, houve uma clara dependência de representantes do Estado e comunicados de imprensa da Direção-Geral de Saúde. As experiências e opiniões de pessoas que falam a título individual, e não em representação de uma instituição, foram muito menos frequentes. |
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