Artificial Intelligence as a New Field of Human Interaction: A Critique of Knowledge Production
A inteligência artificial (IA) tem ganho um papel preponderante na interação entre indivíduos e na produção de informação nas mais diversas esferas sociais. Ao mesmo tempo, surgem alertas de diferentes instituições e especialistas quanto à sua proliferação, seja pela possibilidade de automatizar det...
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| Veröffentlicht in: | URI:https://journals.openedition.org/cs, |
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| Hauptverfasser: | , |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Sprache: | Anglais |
| Veröffentlicht: |
Comunicação e sociedade
2025
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| Schlagworte: | |
| Online Zugang: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Zusammenfassung: | A inteligência artificial (IA) tem ganho um papel preponderante na interação entre indivíduos e na produção de informação nas mais diversas esferas sociais. Ao mesmo tempo, surgem alertas de diferentes instituições e especialistas quanto à sua proliferação, seja pela possibilidade de automatizar determinados trabalhos ou tarefas, seja pela progressiva dificuldade em distinguir aquilo que é produzido por um ser humano daquilo que é produzido por esta nova tecnologia. No entanto, em muitas destas discussões são utilizados termos como “comunicação”, “informação”, “conhecimento”, “consciência”, “criatividade”, entre outros, sem a devida preocupação em definir estas capacidades e em situá-las historicamente — daí que rapidamente se caia numa perspetiva ora apocalíptica, ora entusiástica, sem que se perceba os processos sociais em causa e as possíveis consequências do desenvolvimento e aplicação destas tecnologias. Face a este panorama discursivo, que prolifera em todo o tipo de média, ao focarmo-nos na produção de bases de dados nas quais os diversos modelos de IA generativa se baseiam pretendemos situar historicamente o desenvolvimento da IA, e mais concretamente da IA generativa, no contexto do desenvolvimento do capitalismo; avançar uma perspetiva crítica sobre as capacidades humanas (nomeadamente, comunicar, pensar e produzir conhecimento) e, por fim, tentar antecipar possíveis consequências da introdução destas tecnologias não só no processo produtivo como também na esfera do consumo. |
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