A crónica como género jornalístico e o emergir do subgénero “do quotidiano”

Como género jornalístico pouco codificado, a crónica sofre de várias ambiguidades ligadas aos contextos históricos e culturais em que foi sendo praticada e que, no caso português, se manifestam na falta de consenso que subsiste dentro do campo profissional. Neste artigo, procuramos situar a crónica...

Deskribapen osoa

Gorde:
Xehetasun bibliografikoak
Argitaratua izan da:URI:https://journals.openedition.org/cp,
Egile nagusia: Carvalheiro, José Ricardo
Formatua: Article ou chapitre numérique
Hizkuntza:Portugais
Argitaratua: Comunicação pública 2020
Gaiak:
Sarrera elektronikoa:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Deskribapena
Gaia:Como género jornalístico pouco codificado, a crónica sofre de várias ambiguidades ligadas aos contextos históricos e culturais em que foi sendo praticada e que, no caso português, se manifestam na falta de consenso que subsiste dentro do campo profissional. Neste artigo, procuramos situar a crónica dentro da(s) cultura(s) jornalística(s) e dar-lhe algum enquadramento histórico, focando-nos especificamente no que consideramos um subgénero formado durante o século XX, a crónica “do quotidiano”, da qual examinamos, no Diário Ilustrado de 1956, uma manifestação particular do seu processo de formação em Portugal. Antes disso, a primeira parte do artigo recenseia os sentidos que são dados atualmente à crónica e revisita de forma breve as suas origens em Portugal.