Mudanças na representação iconográfica do Brasil entre a Belle Époque Tropical e o Modernismo (1900-1945)
Em um país marcado pelo signo do novo destacamos a mudança e sobreposição de imagens e discursos acerca do Brasil, sobretudo sua representação iconográfica do país em dois momentos: a Belle Époque e o Modernismo. No primeiro deles, em meio a um processo de modernização do país forjado pela implantaç...
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| Veröffentlicht in: | URI:https://journals.openedition.org/cecil, |
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| 1. Verfasser: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Sprache: | Portugais |
| Veröffentlicht: |
Cahiers d’études des cultures ibériques et latino-américaines
2022
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| Schlagworte: | |
| Online Zugang: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Zusammenfassung: | Em um país marcado pelo signo do novo destacamos a mudança e sobreposição de imagens e discursos acerca do Brasil, sobretudo sua representação iconográfica do país em dois momentos: a Belle Époque e o Modernismo. No primeiro deles, em meio a um processo de modernização do país forjado pela implantação da República em 1889 e materializado na reforma urbana da capital de então, o Rio de Janeiro, vemos a obra do pintor Pedro Américo (1843-1905) Paz e Concórdia (1902) como símbolo do projeto oficial de civilização do país. Posteriormente, vemos em meio ao contestatório movimento modernista da década de 20, a tela A Negra, de Tarsila do Amaral (1886-1973), lançar um novo paradigma que se consolidaria nas décadas seguintes alterando substancialmente a representação do país. |
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