A Frente Patriótica Unida: Combate político de atrito ou falha estratégica até 2027?
Os próximos cinco anos serão muito difíceis para a oposição em Angola. A Frente Patriótica Unida terá de preparar uma estratégia para sobreviver até 2027, organizando-se melhor para tentar garantir a verdade eleitoral no próximo pleito eleitoral de 2027. Entre outras possibilidades, colocam-se à opo...
Tallennettuna:
| Julkaisussa: | URI:https://journals.openedition.org/cea, |
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| Aineistotyyppi: | Article ou chapitre numérique |
| Kieli: | Portugais |
| Julkaistu: |
Cadernos de Estudos Africanos
2024
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| Linkit: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Yhteenveto: | Os próximos cinco anos serão muito difíceis para a oposição em Angola. A Frente Patriótica Unida terá de preparar uma estratégia para sobreviver até 2027, organizando-se melhor para tentar garantir a verdade eleitoral no próximo pleito eleitoral de 2027. Entre outras possibilidades, colocam-se à oposição duas vias de ação estratégica. Uma primeira via poderá ser a de continuar no sentido que vem seguindo, da crítica apaziguada com debates no Parlamento e alguns comícios e pronunciamentos públicos sobre injustiças e violações da lei. Uma segunda via poderá ser a de encetar uma luta política de atrito, que desgaste o regime e o exponha cada vez mais. Defende-se neste texto que só a segunda via poderá garantir alguma hipótese de sucesso para a oposição, a primeira conduzirá ao fracasso.Angola, eleições, fraude, oposição, regime securitário, estratégias de oposição |
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