Águas que Produzem Gente como Nós: desenvolvimento e mundivivências de Mayombe – Cabinda (Angola)
A mundivivência das sociedades africanas compreende uma multiplicidade de actores sociais que se mantêm invisíveis aos olhos dos «operadores de desenvolvimento». No caso dos bayombe, em Cabinda – Angola, figuram entre estes actores «invisíveis» as entidades espirituais que «povoam» as águas locais....
Tallennettuna:
| Julkaisussa: | URI:https://journals.openedition.org/cea, |
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| Aineistotyyppi: | Article ou chapitre numérique |
| Kieli: | Portugais |
| Julkaistu: |
Cadernos de Estudos Africanos
2016
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| Linkit: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Yhteenveto: | A mundivivência das sociedades africanas compreende uma multiplicidade de actores sociais que se mantêm invisíveis aos olhos dos «operadores de desenvolvimento». No caso dos bayombe, em Cabinda – Angola, figuram entre estes actores «invisíveis» as entidades espirituais que «povoam» as águas locais. O presente texto debruça-se sobre estas entidades sociais e o modo como elas condicionam as representações e práticas sociais das populações locais. A partir da observação destes actores «invisíveis», o texto explora vivências das referidas populações, confrontando-as implicitamente com algumas das lógicas subjacentes ao paradigma desenvolvimentista. |
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