Em quem pensa quem «responde» pelos Kuvale?
Valendo-se das suas longas investigações sobre e entre os Kuvale, povo pastor Herero do Sudoeste de Angola, o autor distingue três maneiras de «pensar» o político, «respondendo» por esta etnia. O homem comum Kuvale vê os conflitos violentos do período pós-colonial como normal, correspondendo de tal...
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| Опубликовано в: : | URI:https://journals.openedition.org/cea, |
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| Главный автор: | |
| Формат: | Article ou chapitre numérique |
| Язык: | Portugais |
| Опубликовано: |
Cadernos de Estudos Africanos
2016
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| Online-ссылка: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Итог: | Valendo-se das suas longas investigações sobre e entre os Kuvale, povo pastor Herero do Sudoeste de Angola, o autor distingue três maneiras de «pensar» o político, «respondendo» por esta etnia. O homem comum Kuvale vê os conflitos violentos do período pós-colonial como normal, correspondendo de tal modo a uma longa tradição histórica que se tornou parte do seu modo de reprodução; é so quando toca este modo que a política se torna relevante. As autoridades tradicionais «pensarão» como o seu povo, mas o seu discurso é o encomendado pelo Estado. Finalmente, tanto os políticos como as pessoas/instituições preocupadas com o «desenvolvimento» pensam os Kuvale, e «respondem» por eles, em termos onde não entra nem o «pensar» nem a lógica de reprodução de uma população vista como objecto. |
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