La France, terre d’exil et d’évasion dans Square Tolstoi de Nuno Bragança
O escritor migrante, que possui na sua escrita um terreno fértil para a sua produção literária, exorciza de alguma forma a sua existência. A escrita de Bragança inclui a sua condição de dualidade : por um lado, a função referencial expressa em factos reais que são apresentados e, por outro lado, a f...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/carnets, |
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| Autor Principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado: |
Carnets
2018
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| Sujets: | |
| Acceso en liña: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | O escritor migrante, que possui na sua escrita um terreno fértil para a sua produção literária, exorciza de alguma forma a sua existência. A escrita de Bragança inclui a sua condição de dualidade : por um lado, a função referencial expressa em factos reais que são apresentados e, por outro lado, a função poética expressa em sua obra. Veremos que existem no romance marcas de alteridade na linguagem destinada a revelar o plurilinguismo do autor. Bragança usa termos, citações e referências da língua francesa. O discurso do Outro tem por base o princípio da alteridade radical, da heterogeneidade e da exterioridade irredutível que inclui também a do autor, que destaca a língua e a cultura francesas no seu romance. O nosso objectivo é a análise das funções discursiva, estilística e expressiva da presença francesa em todo o romance e, assim, identificar as suas principais implicações na dinâmica do texto. |
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