Capere, Non Capi: Eugénio de Castro no contexto da "Internacional Simbolista"
É em invulgar interacção com a cena literária euro-americana e com inédita rede de relacionamentos na “Internacional simbolista”, mas também com vigilante e tenaz esforço de exploração do seu próprio idiolecto literário – capere, non capi –, que a personalidade artístico-cultural de Eugénio de Castr...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/carnets, |
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| Autori principali: | , |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Carnets
2018
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | É em invulgar interacção com a cena literária euro-americana e com inédita rede de relacionamentos na “Internacional simbolista”, mas também com vigilante e tenaz esforço de exploração do seu próprio idiolecto literário – capere, non capi –, que a personalidade artístico-cultural de Eugénio de Castro e a sua obra poética se revelam umbilicalmente ligadas a uma viragem do fim-de-século que, décadas depois, ainda os cânones críticos da história literária qualificavam como “Poesia nova”. Nesse período finissecular, a figura do “esteta” torna-se paradigmática; e do seu ideal é indissociável o empenhamento árduo e ousado numa estratégia de intervenção no funcionamento institucional da literatura segundo os ditames do aristocratismo e os paroxismos da originalidade. Como pro tempore ressaltou de apoios críticos e de paródias, de controvérsias e de disputas polémicas, e como vieram confirmar estudos novecentistas, Eugénio de Castro afirma-se então como o primeiro e modelar representante dessa orientação. |
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