O tema da loucura na literatura, na pintura e no cinema: três diferentes perspetivas
A literatura, a pintura e a sétima arte transmitem distintas perceções da experiência extravagante da loucura. Neste artigo analisam-se exemplos de cada uma destas manifestações, designadamente excertos da obra narrativa de Júlio Dinis, escritor português do séc. XIX, pinturas da autoria de Robert T...
Sparad:
| I publikationen: | URI:https://journals.openedition.org/carnets, |
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| Huvudupphovsman: | |
| Materialtyp: | Article ou chapitre numérique |
| Språk: | Portugais |
| Publicerad: |
Carnets
2018
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| Ämnen: | |
| Länkar: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sammanfattning: | A literatura, a pintura e a sétima arte transmitem distintas perceções da experiência extravagante da loucura. Neste artigo analisam-se exemplos de cada uma destas manifestações, designadamente excertos da obra narrativa de Júlio Dinis, escritor português do séc. XIX, pinturas da autoria de Robert Tony-Fleury e de Géricault, datadas do mesmo período, e, finalmente, o filme “A Beautiful Mind” de 2001, de acordo com a visão foucaultiana da questão. As obras de Michel Foucault, A hermenêutica do sujeito (2006) e História da Loucura (2005), permitem abordar o “cuidado de si”, num eixo tricêntrico de relações poder-saber-liberdade, e a importância que a interpretação de si mesmo, dos outros e do mundo tem no processo de constituição da sua existência ética, com vista à transformação nunca acabada do sujeito. Pretende-se ainda averiguar em que medida cada manifestação artística patenteia estes pressupostos teóricos de Foucault. |
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