Construção e desconstrução do mito do quinto império na literatura colonial e pós-colonial portuguesa : O Branco da Motase de Rodrigues Júnior vs O Esplendor de Portugal de António Lobo Antunes
O mito do Quinto Império cultivado pelo Estado Novo encontra na literatura colonial um modo de expressão privilegiado. Nela, a construção do mito nacional faz-se através de construções concretas (caminho de ferro, fazendas, etc.) cujo relato realista se vale de vários mitos universais como os da Cri...
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| الحاوية / القاعدة: | URI:https://journals.openedition.org/carnets, |
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| المؤلف الرئيسي: | |
| التنسيق: | Article ou chapitre numérique |
| اللغة: | Portugais |
| منشور في: |
Carnets
2018
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| الملخص: | O mito do Quinto Império cultivado pelo Estado Novo encontra na literatura colonial um modo de expressão privilegiado. Nela, a construção do mito nacional faz-se através de construções concretas (caminho de ferro, fazendas, etc.) cujo relato realista se vale de vários mitos universais como os da Criação do Mundo, do Bom Selvagem, da Terra Prometida, da Herança Sagrada e da Harmonia Universal. No entanto, no romance de Rodrigues Júnior, podemos já notar alguns sinais de questionamento destes mitos que levariam ao fracasso da ideologia imperialista, fracasso repetidamente metaforizado na primeira fase da obra de A. Lobo Antunes e em particular em O Esplendor de Portugal. |
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