Os rostos da fadiga em «Sempre é uma companhia», de Manuel da Fonseca

Coligido em O Fogo e as Cinzas (1952), o conto «Sempre é uma Companhia», de Manuel da Fonseca, será aqui objeto da nossa particular ponderação hermenêutica. Pretendemos refletir sobre a inscrição e tratamento ficcional do tópos da fadiga, que desempenha, no texto em análise, um papel estruturante ao...

Descrición completa

Gardado en:
Detalles Bibliográficos
Publicado en:URI:https://journals.openedition.org/carnets,
Autor Principal: Ferreira, Filipe Senos
Formato: Article ou chapitre numérique
Idioma:Portugais
Publicado: Carnets 2023
Sujets:
Acceso en liña:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Descripción
Résumé:Coligido em O Fogo e as Cinzas (1952), o conto «Sempre é uma Companhia», de Manuel da Fonseca, será aqui objeto da nossa particular ponderação hermenêutica. Pretendemos refletir sobre a inscrição e tratamento ficcional do tópos da fadiga, que desempenha, no texto em análise, um papel estruturante ao nível da caracterização de algumas personagens – é o caso, por exemplo, do protagonista, António Barrasquinho. Indagamos, além disso, o que motiva esse estado físico-psicológico e refletimos também sobre a (im)possibilidade de o contornar.