Projetos políticos, autoritarismo e exclusão nas comemorações da Independência do Brasil: Centenário (1922), Sesquicentenário (1972) e Bicentenário (2022)
Este artigo analisa a história das comemorações coletivas do principal marco da tradição cívica brasileira: a Independência. Mais especificamente, compara, relaciona e integra em uma mesma observação os três momentos mais expressivos dessas comemorações: o Centenário, em 1922, o Sesquicentenário, em...
Sábháilte in:
| Foilsithe in: | URI:https://journals.openedition.org/cal, |
|---|---|
| Príomhchruthaitheoirí: | , |
| Formáid: | Article ou chapitre numérique |
| Teanga: | Portugais |
| Foilsithe / Cruthaithe: |
Cahiers des Amériques latines
2023
|
| Ábhair: | |
| Rochtain ar líne: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Achoimre: | Este artigo analisa a história das comemorações coletivas do principal marco da tradição cívica brasileira: a Independência. Mais especificamente, compara, relaciona e integra em uma mesma observação os três momentos mais expressivos dessas comemorações: o Centenário, em 1922, o Sesquicentenário, em 1972, e finalmente o Bicentenário, em 2022. Conclui-se que, a despeito de singularidades morfológicas, contextuais e conceituais, tais comemorações expressam denominadores comuns profundamente significativos de modos de ser da política, da sociedade e da cultura brasileiras nos últimos cem anos. |
|---|