Quatro décadas de resistência queer: artivismo LGBTI na Amazônia brasileira
O foco deste artigo são as dimensões históricas e culturais das mobilizações políticas LGBTI na Amazônia paraense, ao longo das últimas quatro décadas. Em contraposição às narrativas que localizam o surgimento do Movimento LGBTI no Brasil no eixo Sul/Sudeste, propomos uma leitura à contracorrente, t...
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| Опубликовано в: : | URI:https://journals.openedition.org/cal, |
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| Главные авторы: | , |
| Формат: | Article ou chapitre numérique |
| Язык: | Portugais |
| Опубликовано: |
Cahiers des Amériques latines
2022
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| Предметы: | |
| Online-ссылка: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Итог: | O foco deste artigo são as dimensões históricas e culturais das mobilizações políticas LGBTI na Amazônia paraense, ao longo das últimas quatro décadas. Em contraposição às narrativas que localizam o surgimento do Movimento LGBTI no Brasil no eixo Sul/Sudeste, propomos uma leitura à contracorrente, tendo a Festa da Chiquita e o Baile Gala Gay, em Belém e Abaetetuba, no Pará, como centro dessas disputas, além da visita do antropólogo Peter Fry à capital paraense. Nossa intenção é situar a região amazônica como espaço de resistência e de artivismo LGBTI que, desde a década de 1970, tensiona dentro e fora da academia reflexões sobre direitos, visibilidade e respeito às diferenças. |
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