Corpo transgressão: a violência traduzida nas performances do Coletivo Coiote, Bloco Livre Reciclato e Black Blocs

Este artigo, situado nas áreas de antropologia visual e estudos de performances, busca analisar a noção de “Corpo Transgressão” na perspectiva da elaboração de um corpo insurgente, rebelde, não submisso. Trata-se de um estudo etnográfico dos movimentos insurgentes Bloco Livre Reciclato, Coletivo Coi...

Deskribapen osoa

Gorde:
Xehetasun bibliografikoak
Argitaratua izan da:URI:https://journals.openedition.org/cadernosaa,
Egile nagusia: Vergara, Camile
Formatua: Article ou chapitre numérique
Hizkuntza:Portugais
Argitaratua: Cadernos de Arte e Antropologia 2015
Gaiak:
Sarrera elektronikoa:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Deskribapena
Gaia:Este artigo, situado nas áreas de antropologia visual e estudos de performances, busca analisar a noção de “Corpo Transgressão” na perspectiva da elaboração de um corpo insurgente, rebelde, não submisso. Trata-se de um estudo etnográfico dos movimentos insurgentes Bloco Livre Reciclato, Coletivo Coiote e Black Blocs. Essas performances podem ser definidas como uma economia política voltada para a transformação na forma de gestão dos corpos. Esta perspectiva carrega o sentido da resistência e da desconstrução da noção de corpo dócil formulada por Foucault. O cenário das performances e manifestações foram as ruas no Rio de Janeiro. A análise aparece vinculada ao campo semântico da estética da violência e são estudados os movimentos de insurgência a partir das imagens-violência traduzidas nas performances.