Filmar a Incomunicabilidade e Desafiar a Representação: o Sensorial na Trilogia de Michelangelo Antonioni
O artigo explora as potencialidades das imagens ficcionais no sentido de produzir sensibilidades que escapam da representação a partir da Trilogia da Incomunicabilidade, composta por três longas do cineasta Michelangelo Antonioni entre os anos de 1960 e 1962. Nos filmes, Antonioni esgarça o nexo ent...
Wedi'i Gadw mewn:
| Cyhoeddwyd yn: | URI:https://journals.openedition.org/cadernosaa, |
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| Prif Awdur: | |
| Fformat: | Article ou chapitre numérique |
| Iaith: | Portugais |
| Cyhoeddwyd: |
Cadernos de Arte e Antropologia
2023
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| Pynciau: | |
| Mynediad Ar-lein: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Crynodeb: | O artigo explora as potencialidades das imagens ficcionais no sentido de produzir sensibilidades que escapam da representação a partir da Trilogia da Incomunicabilidade, composta por três longas do cineasta Michelangelo Antonioni entre os anos de 1960 e 1962. Nos filmes, Antonioni esgarça o nexo entre o tempo e a imagem até uma reelaboração imagética das tramas, um experimento cuja potência permite pensar como sua obra se abre a novas experiências sensoriais. Através da ideia de imagem não-dogmática do pensamento de Deleuze, considero o pressuposto da emancipação do espectador como método de realização da análise fílmica, etapa a partir da qual podemos pensar como Antonioni desenvolve uma poética do vazio, ao mesmo tempo em que realiza uma crítica do individualismo. |
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