Crús e descosidos. Reflexões em torno do ensino do desenho da antropologia
Fala-se cada vez mais da recuperação do desenho no trabalho etnográfico. Mas o que está exatamente a ser resgatado? Que particularidades pode o desenho trazer ao trabalho do antropólogo que nenhuma outra prática da perceção possua também? E, uma vez identificadas essas particularidades, como se cons...
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| Publicado no: | URI:https://journals.openedition.org/cadernosaa, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado em: |
Cadernos de Arte e Antropologia
2016
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| Assuntos: | |
| Acesso em linha: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Resumo: | Fala-se cada vez mais da recuperação do desenho no trabalho etnográfico. Mas o que está exatamente a ser resgatado? Que particularidades pode o desenho trazer ao trabalho do antropólogo que nenhuma outra prática da perceção possua também? E, uma vez identificadas essas particularidades, como se consegue integrá-las na formação do antropólogo? Partindo do desenho como prática-em-pensamento, a sua natureza, os seus utensílios na perceção da realidade visual e o seu lugar por entre os demais utensílios do antropólogo, o presente texto pretende identificar e caracterizar do trabalho da atenção e a sua importância no trabalho etnográfico. |
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