O triunfo solene da conversão
A produção discursiva jesuítica dos séculos XVI e XVII revela a preocupação que os missionários tiveram em definir as inclinações favoráveis e as inaptidões naturais dos indígenas, e, também, em justificar sua utilização ou erradicação para o êxito do projeto de civilização e de evangelização. Mergu...
Tallennettuna:
| Julkaisussa: | URI:https://journals.openedition.org/artelogie, |
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| Aineistotyyppi: | Article ou chapitre numérique |
| Kieli: | Portugais |
| Julkaistu: |
Artelogie
2021
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| Linkit: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Yhteenveto: | A produção discursiva jesuítica dos séculos XVI e XVII revela a preocupação que os missionários tiveram em definir as inclinações favoráveis e as inaptidões naturais dos indígenas, e, também, em justificar sua utilização ou erradicação para o êxito do projeto de civilização e de evangelização. Mergulhados na mística salvacionista da Contra-Reforma, estes religiosos não se furtaram em registrar o seu estranhamento e a condenação de determinadas práticas culturais, bem como sua incompreensão em relação aos rituais que as envolviam. Neste artigo, privilegiamos a análise desta documentação, buscando identificar a eventual utilização estratégica destas manifestações para a introdução da ritualística e da sensibilidade devocional cristã por alguns missionários que atuaram na Província Jesuítica do Paraguai. |
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