Estética e transgressão: da arte radical à arte radicante
O artigo mostra que na arte relacional, na expressão de Nicolas Bourriaud, dos anos 1990 e 2000, é visível a tentativa de embaralhar arte e vida, o que a remete ao imaginário das vanguardas artísticas do século XX. Procura, contudo, distinguir o projeto moderno de superação da relação entre arte e v...
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| 出版年: | URI:https://journals.openedition.org/artelogie, |
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| 第一著者: | |
| フォーマット: | Article ou chapitre numérique |
| 言語: | Portugais |
| 出版事項: |
Artelogie
2017
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| 主題: | |
| オンライン・アクセス: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| 要約: | O artigo mostra que na arte relacional, na expressão de Nicolas Bourriaud, dos anos 1990 e 2000, é visível a tentativa de embaralhar arte e vida, o que a remete ao imaginário das vanguardas artísticas do século XX. Procura, contudo, distinguir o projeto moderno de superação da relação entre arte e vida da proposta de “arte colaborativa”, que tomamos como sintoma da arte contemporânea e cujo propósito seria se aproximar do mundo da vida. Seu objetivo é assim examinar se essas “práticas colaborativas e interdisciplinares” articulam os elementos do presente no gesto estético ou na forma artística, de modo a relacionar metáfora, estética e política, ou se essas práticas, ao contrário, atestam a neutralização da poética e o desvanecimento da política. Para tanto indagamos, a partir de Jean Galard, se esses espaços substitutivos podem funcionar efetivamente como elementos de recomposição dos espaços políticos, ou se eles correm o risco de assumirem a função de seus substitutos paródicos. Ou seja, se na tentativa de suprir a ausência de políticas sociais, o que teríamos nos espaços de arte relacional é uma sociabilidade glamourizada, fictícia - um simulacro da sociabilidade dita real que é fundada na imprevisibilidade e nos conflitos. |
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