Sal sem carne – para uma estética do gueto
No contexto geopolítico pouco favorável dos anos 1970, a obra do artista brasileiro Cildo Meireles desafia os limites entre realidade e ficção e opera uma rica fusão de vias heterogêneas ou contraditórias que se inserem no eixo de um “conceitualismo poético” ou “conceitualismo político”. Este artigo...
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| Опубликовано в: : | URI:https://journals.openedition.org/artelogie, |
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| Главный автор: | |
| Формат: | Article ou chapitre numérique |
| Язык: | Portugais |
| Опубликовано: |
Artelogie
2017
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| Предметы: | |
| Online-ссылка: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Итог: | No contexto geopolítico pouco favorável dos anos 1970, a obra do artista brasileiro Cildo Meireles desafia os limites entre realidade e ficção e opera uma rica fusão de vias heterogêneas ou contraditórias que se inserem no eixo de um “conceitualismo poético” ou “conceitualismo político”. Este artigo enfoca a obra "Sal sem Carne" [1975], que busca redimensionar a história da expropriação de comunidades indígenas através de uma rede de sonoridades, ruídos, vozes e imagens. Discute também, a partir da memória individual e coletiva presente em seu registro sonoro, a relação entre o que a vida aporta e a arte transgride, como façanha lógica de um engendramento mútuo entre a arte e o real. |
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