Os "meninos índios" que Spix e Martius levaram a Munique
Nos séculos XVIII e XIX tornou-se comum que, ao término de suas expedições, viajantes estrangeiros levassem consigo pessoas dos locais visitados, hábito recorrente também entre os que visitaram as terras brasileiras. Neste artigo estuda-se o caso de dois jovens índios da Amazônia que os bávaros J. B...
Wedi'i Gadw mewn:
| Cyhoeddwyd yn: | URI:https://journals.openedition.org/artelogie, |
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| Prif Awdur: | |
| Fformat: | Article ou chapitre numérique |
| Iaith: | Portugais |
| Cyhoeddwyd: |
Artelogie
2019
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| Pynciau: | |
| Mynediad Ar-lein: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Crynodeb: | Nos séculos XVIII e XIX tornou-se comum que, ao término de suas expedições, viajantes estrangeiros levassem consigo pessoas dos locais visitados, hábito recorrente também entre os que visitaram as terras brasileiras. Neste artigo estuda-se o caso de dois jovens índios da Amazônia que os bávaros J. B. von Spix e C. F. P. von Martius levaram a Munique em 1820: uma jovem Miranha e um rapaz Juri com idade entre 12 e 14 anos. Estes se tornam uma das grandes atrações dentre as peças vivas que os dois naturalistas expuseram em Munique. Porém, Juri faleceu apenas seis meses depois; Miranha, em doze meses. Interessa-nos analisar como se deu a vida desses índios na capital bávara. |
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