A (difícil) relação do movimento Católicas pelo Direito de Decidir e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: reflexões em torno do caso da Campanha da Fraternidade de 2008
Em 1993 chegava ao Brasil Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), organização não-governamental assumidamente feminista e de confissão católica. A entidade começou a funcionar em prédio de propriedade da Igreja Católica e por isso supunha-se uma relação amistosa com a CNBB – Conferência Nacional do...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/amerika, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Lenguaje: | Portugais |
| Publicado: |
Amerika
2017
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumario: | Em 1993 chegava ao Brasil Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), organização não-governamental assumidamente feminista e de confissão católica. A entidade começou a funcionar em prédio de propriedade da Igreja Católica e por isso supunha-se uma relação amistosa com a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A Conferência é reconhecida, desde a sua criação, em 1952, como entidade de viés progressista no tocante às questões econômicas e sociais do país. O engajamento lhe valeu, inclusive, reação muito negativa nos anos em que o país atravessava uma ditadura militar, devido à postura crítica de diversos de seus bispos que posteriormente converteu-se na orientação oficial da instituição. No entanto, a agenda progressista do MCPDD entrou em rota de colisão com a postura assumida pela CNBB em certos episódios específicos da cena nacional. O objetivo do artigo é apresentá-los. |
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