Engendrando novos territórios políticos: um caso de resistência lésbica periférica
Este artigo, emprega a História do Tempo Presente para analisar um grupo de socialização lésbica virtual, O Meninas RJ - por meio do WhatsApp e outras redes sociais – que promove encontros presenciais periódicos voltados para lésbicas que habitam a periferia, regiões marginais, da cidade do Rio de J...
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| Τόπος έκδοσης: | URI:https://journals.openedition.org/alhim, |
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| Κύριος συγγραφέας: | |
| Μορφή: | Article ou chapitre numérique |
| Γλώσσα: | Portugais |
| Έκδοση: |
Amérique latine histoire et mémoire
2021
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| Θέματα: | |
| Διαθέσιμο Online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Περίληψη: | Este artigo, emprega a História do Tempo Presente para analisar um grupo de socialização lésbica virtual, O Meninas RJ - por meio do WhatsApp e outras redes sociais – que promove encontros presenciais periódicos voltados para lésbicas que habitam a periferia, regiões marginais, da cidade do Rio de Janeiro. O grupo é conduzido com irreverência e acolhimento, oferecendo um espaço plural para lésbicas e mulheres que fazem sexo com mulheres. Trata-se de um território de resistência para as pessoas LBTI+ que o integram em espaços de periferias, pobreza, racismo, lesbofobia, capacitismo etc. Grosso modo, o grupo representa construção coletiva autônoma e fortalece o poder popular da comunidade lésbica da região. O argumento central é de que histórias marginais podem ser trazidas à tona para repensar fontes primárias e reposicionar a história das mulheres como um campo realmente crítico e que abarque todas as mulheres marginais. |
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