O pincel e a pena na construção da nação: pintando e narrando um mito político fundacional
Nossa proposta visa examinar a pintura e a literatura no processo de construção de uma identidade nacional uruguaia pela elite intelectual e política ao longo da segunda metade do século XIX e começos do XX, período de consolidação do aparato estatal moderno no país, bem como do início de uma tradiç...
Tallennettuna:
| Julkaisussa: | URI:https://journals.openedition.org/alhim, |
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| Aineistotyyppi: | Article ou chapitre numérique |
| Julkaistu: |
Amérique latine histoire et mémoire
2009
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| Aiheet: | |
| Linkit: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Yhteenveto: | Nossa proposta visa examinar a pintura e a literatura no processo de construção de uma identidade nacional uruguaia pela elite intelectual e política ao longo da segunda metade do século XIX e começos do XX, período de consolidação do aparato estatal moderno no país, bem como do início de uma tradição historiográfica nacional. Visto que o Uruguai conquistou a sua independência em relação ao Brasil através de sucessivas guerras, a elite uruguaia se viu diante da necessidade de reinventar um país independente e livre das ameaças do Brasil Imperial. Essa nação precisava construir-se como homogênea, consensual, uma comunidade de sentido com um projeto coletivo que, baseando-se em um passado de bravura, projetasse a nação em direção a um futuro grandioso ao qual ela estaria predestinada desde o seu princípio. Neste sentido, examinaremos a novela histórica de Eduardo Acevedo Díaz, enquanto instrumento de pedagogia política e a representação pictórica de Juan Manuel Blanes. |
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