Chuva é cantoria na aldeia dos mortos. Diretores: Reneé Nader Messora e João Salaviza. Produção: Brasil, Portugal. 2018. 113 min. cor.
Lançado em 2018, o filme de Reneé Nader Messora e João Salaviza, produzido na aldeia Pedra Branca, traz um retrato sensível da vida na Terra Indígena Krahô, neste início de século. Por um lado, o filme preza por sua precisão, evidenciando a particularidade da situação que apresenta e recusando ende...
Αποθηκεύτηκε σε:
| Τόπος έκδοσης: | URI:https://journals.openedition.org/aa, |
|---|---|
| Κύριος συγγραφέας: | |
| Μορφή: | Article ou chapitre numérique |
| Γλώσσα: | Portugais |
| Έκδοση: |
Anuário Antropológico
2021
|
| Διαθέσιμο Online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Περίληψη: | Lançado em 2018, o filme de Reneé Nader Messora e João Salaviza, produzido na aldeia Pedra Branca, traz um retrato sensível da vida na Terra Indígena Krahô, neste início de século. Por um lado, o filme preza por sua precisão, evidenciando a particularidade da situação que apresenta e recusando endereçar-se, de maneira genérica, à questão indígena brasileira. Para um espectador alheio às nuances da questão indígena no Brasil – que é, certamente, o caso da maior parte da população do país –, o... |
|---|