SAUTCHUK, João Miguel. 2012. A poética do improviso: prática e habilidade no repente nordestino
Jacques Derrida, na conferência intitulada “Penser à ne pas voir” observa que a improvisação consiste em “Pensar sem ver o avanço, sem ver previamente, sem pré-ver”. Conquanto, algumas linhas à frente, o filósofo francês parece apontar para uma aporia que a noção de improvisação enseja: “Será que s...
Uloženo v:
| Vydáno v: | URI:https://journals.openedition.org/aa, |
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| Hlavní autor: | |
| Médium: | Article ou chapitre numérique |
| Jazyk: | Portugais |
| Vydáno: |
Anuário Antropológico
2015
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| On-line přístup: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Shrnutí: | Jacques Derrida, na conferência intitulada “Penser à ne pas voir” observa que a improvisação consiste em “Pensar sem ver o avanço, sem ver previamente, sem pré-ver”. Conquanto, algumas linhas à frente, o filósofo francês parece apontar para uma aporia que a noção de improvisação enseja: “Será que se pode pintar sem pré-ver, sem desígnio, sem design?”.A obra assinada por João Miguel Sautchuk, publicada em 2012 pela Editora da Universidade de Brasília e produto de sua tese de doutorado, de alg... |
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