A rua no Brasil em questão (etnográfica)
Quais os rendimentos teóricos e metodológicos que, para o debate das ciências sociais sobre a rua no Brasil, oferece uma etnografia das regras de interação social de pedestres específicos, que denomino não-transeuntes, no centro histórico da São Paulo de hoje? Após caracterizar a rua do cenário acad...
Kaydedildi:
| Yayımlandı: | URI:https://journals.openedition.org/aa, |
|---|---|
| Yazar: | |
| Materyal Türü: | Article ou chapitre numérique |
| Dil: | Portugais |
| Baskı/Yayın Bilgisi: |
Anuário Antropológico
2014
|
| Konular: | |
| Online Erişim: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Özet: | Quais os rendimentos teóricos e metodológicos que, para o debate das ciências sociais sobre a rua no Brasil, oferece uma etnografia das regras de interação social de pedestres específicos, que denomino não-transeuntes, no centro histórico da São Paulo de hoje? Após caracterizar a rua do cenário acadêmico nacional, cabe confrontá-la com as regularidades simbólicas apreendidas “autoetnograficamente” na copresença física de pedestres que permaneceram com regularidade notadamente na Praça da Sé no primeiro semestre de 2013. O vigor empírico de viração e autointegração pessoais dos não-transeuntes em três situações interacionais comigo (nosso primeiro contato, a apresentação deles a mim e nosso convívio posterior) remete à rua como espaço público de pessoalidade moral. A rua dos não-transeuntes da Praça da Sé é mediação de práticas sociais que evidenciam de modo sui generis os dilemas metodológicos do etnógrafo em situações de interação social “focadamente desfocada” entre pessoas morais. |
|---|