Da periferia ao centro, cá e lá: seguindo trajetos, construindo circuitos

Tendo como pano de fundo os inícios da Antropologia Urbana no Brasil, com ênfase em duas instituições, a Escola Livre de Sociologia e Politica e o Departamento de Ciências Sociais da USP, o artigo apresenta as categorias de análise desenvolvidas pelo Núcleo de Antropologia Urbana, em sua proposta “d...

Volledige beschrijving

Bewaard in:
Bibliografische gegevens
Gepubliceerd in:URI:https://journals.openedition.org/aa,
Hoofdauteur: Magnani, José Guilherme Cantor
Formaat: Article ou chapitre numérique
Taal:Portugais
Gepubliceerd in: Anuário Antropológico 2014
Onderwerpen:
Online toegang:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Omschrijving
Samenvatting:Tendo como pano de fundo os inícios da Antropologia Urbana no Brasil, com ênfase em duas instituições, a Escola Livre de Sociologia e Politica e o Departamento de Ciências Sociais da USP, o artigo apresenta as categorias de análise desenvolvidas pelo Núcleo de Antropologia Urbana, em sua proposta “de perto e de dentro” como estratégia para lidar com a diversidade da dinâmica urbana das grandes metrópoles sem cair na “tentação da aldeia”, isto é, a multiplicação de estudos de caso. A utilização dessas categorias a dois recortes etnográficos – o “mundo” dos surdos na cidade de São Paulo e o circuito dos Sateré-Mawé, na região de Manaus e cidades do baixo Amazonas – como tentativa de testar sua aplicabilidade em novos contextos, levanta a questão da dicotomia “antropologia da ou na cidade”, cuja proposta de superação é discutida no final do artigo.