O pluralismo hoje: sobre a atualidade de Antonio Candido (1918-2017)

É de Antonio Candido a ideia de que “um homem só nos é conhecido quando morre”. A morte, ele explica, é um limite sem retorno. O romancista, ou o artista em geral, constrói personagens de ficção coerentes, muito mais coesos e satisfatórios do que o conhecimento fragmentário que temos dos seres vivo...

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Bibliografske podrobnosti
izdano v:URI:https://journals.openedition.org/aa,
Glavni avtor: Peirano, Mariza
Format: Article ou chapitre numérique
Jezik:Portugais
Izdano: Anuário Antropológico 2018
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https://ezproxy.univ-orleans.fr/login?url=https://doi.org/10.4000/aa.2511
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