Uma filmografia colonial de Timor Português
O documentário foi o género mais usado pelo Estado Novo para promover o colonialismo português. Embora a produção de filmes etnográficos e científicos não tenha sido tão relevante quanto foi noutros impérios coloniais, há que relevar a importância do uso dos filmes articulado com a prática antropoló...
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| Dans: | URI:https://journals.openedition.org/aa, |
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| Auteur principal: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Langue: | Portugais |
| Publié: |
Anuário Antropológico
2018
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | O documentário foi o género mais usado pelo Estado Novo para promover o colonialismo português. Embora a produção de filmes etnográficos e científicos não tenha sido tão relevante quanto foi noutros impérios coloniais, há que relevar a importância do uso dos filmes articulado com a prática antropológica em Timor Português. Colóniadistanteepobre,emcomparação com Moçambique ou Angola, não interessou o cinema independente, dada a inexistência de condições para a produção cinematográfica no território adicionalmente aos elevados custos da mesma. Foram, por isso, realizados escassos filmes de propaganda, sobretudo no âmbito de visitas políticas ou militares. O mais importante arquivo de filmes sobre Timor Português surgiu integrado numa prática antropológica e integra duas colecções : a composta pelos filmes feitos pela Missão Antropológica de Timor, dirigida por António de Almeida, e a resultante de filmagens do poeta e antropólogo Ruy Cinatti. |
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