Mundos muito-mais-que-humanos na Espanha: Um ensaio sobre quatorze (novas) razões para escutarmos o que os animais têm a dizer
Busco, neste ensaio, apresentar os principais debates que permeiam a coletânea Animales y antropología: Etnografías más que humanas en España, organizada por Santiago M. Cruzada e Olatz González-Abrisketa (2024), com o propósito de ampliar as discussões a respeito da miríade de relações possíveis en...
Uloženo v:
| Vydáno v: | URI:https://journals.openedition.org/aa, |
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| Médium: | Article ou chapitre numérique |
| Vydáno: |
Anuário Antropológico
2026
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| On-line přístup: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Shrnutí: | Busco, neste ensaio, apresentar os principais debates que permeiam a coletânea Animales y antropología: Etnografías más que humanas en España, organizada por Santiago M. Cruzada e Olatz González-Abrisketa (2024), com o propósito de ampliar as discussões a respeito da miríade de relações possíveis entre seres humanos e outros-que-humanos na antropologia. Por conta de suas especificidades etnográficas e teórico-metodológicas, os quatorze capítulos que compõem o compilado dialogam e contribuem para as discussões mais recentes no âmbito dos Human-Animal Studies (HAS), e têm, sugere-se aqui, um mínimo divisor comum: todos eles, cada qual a seu modo, desvelam a porosidade da (ainda) espinhosa dicotomia natureza/cultura e de seus pares derivados. |
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