Não ser empregado, não ter empregado : o trabalho com a família, para a família e suas variações
O artigo apresenta um fragmento do mundo da sulanca (no contexto do agreste de Pernambuco, Brasil), que se encontra organizado, sobretudo, em torno de pequenas unidades produtivas familiares e vicinais de vestuário de baixo custo — os chamados fabricos. As noções centrais do relato referem-se ao tra...
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| Gepubliceerd in: | URI:https://journals.openedition.org/aa, |
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| Hoofdauteur: | |
| Formaat: | Article ou chapitre numérique |
| Taal: | Portugais |
| Gepubliceerd in: |
Anuário Antropológico
2018
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| Onderwerpen: | |
| Online toegang: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Samenvatting: | O artigo apresenta um fragmento do mundo da sulanca (no contexto do agreste de Pernambuco, Brasil), que se encontra organizado, sobretudo, em torno de pequenas unidades produtivas familiares e vicinais de vestuário de baixo custo — os chamados fabricos. As noções centrais do relato referem-se ao trabalho com a família e para a família, acrescidas de algumas variações. Na primeira parte, são consideradas as ambiguidades da noção de trabalho com a família. Em seguida, apresenta-se o significado do trabalho para a família, desde um ponto de vista nativo. Por fim, fecha- se o relato destacando dois contrastes que esses princípios apresentam comparativamente às características gerais em tese associadas ao capitalismo. |
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