A terra não pertencia: a relação de movimento com a terra no contexto de luta do povo de Trombas e Formoso (GO)
Nesta etnografia, verso sobre a relação e os sentidos da terra evocados pelo povo de Trombas e Formoso, na região norte do estado de Goiás, durante o processo de luta pela terra que lá se desenrolou na década de 1950. Na terra, essas pessoas chegavam, trabalhavam, faziam suas roças, mas, quando é fé...
में बचाया:
| में प्रकाशित: | URI:https://journals.openedition.org/aa, |
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| मुख्य लेखक: | |
| स्वरूप: | Article ou chapitre numérique |
| भाषा: | Portugais |
| प्रकाशित: |
Anuário Antropológico
2025
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| विषय: | |
| ऑनलाइन पहुंच: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| सारांश: | Nesta etnografia, verso sobre a relação e os sentidos da terra evocados pelo povo de Trombas e Formoso, na região norte do estado de Goiás, durante o processo de luta pela terra que lá se desenrolou na década de 1950. Na terra, essas pessoas chegavam, trabalhavam, faziam suas roças, mas, quando é fé, saíam e a largavam. Andavam a caçar melhora em outro destino, cujo caminho, apesar de distinto, era sempre em direção à terra. Para o povo de Trombas e Formoso, a terra não pertencia e, até a chegada daqueles que se diziam donos, não se fazia posse. As noções de posse e propriedade emergiram junto ao processo de luta pela terra, quando, à revelia de seus supostos donos, posseiros decidiram ficar e possear. Se antes eles estavam sempre a mudar e sair e largar a terra, com a luta, passariam a ficar e posseá-la. Por isso, neste trabalho busco demonstrar a agência da terra sobre a vida de movimento dessa gente andante, para quem a terra era o único modo de escapar do cativeiro imposto pelo mando dos donos. |
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