“Pesquisadora-mãe”: articulações e praticalidades em uma pesquisa sobre cuidado
Este artigo propõe refletir sobre práticas do fazer pesquisa sobre cuidado, do lugar de uma “pesquisadora-mãe”, a partir de uma experiência etnográfica em uma Comuna rural localizada em um assentamento no interior do estado do Rio Grande do Sul. Inspiradas por Maria Puig de la Bellacasa, consideramo...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/aa, |
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| Autore principale: | |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Anuário Antropológico
2023
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | Este artigo propõe refletir sobre práticas do fazer pesquisa sobre cuidado, do lugar de uma “pesquisadora-mãe”, a partir de uma experiência etnográfica em uma Comuna rural localizada em um assentamento no interior do estado do Rio Grande do Sul. Inspiradas por Maria Puig de la Bellacasa, consideramos que a ética do fazer pesquisa não mora em um lugar “subjetivo” e de difícil acesso, mas está localizada nas práticas de cuidado diário, atravessadas pelas possibilidades de ser “tocada”, tanto no sentido material quanto afetivo. A partir de cenas vivenciadas em campo, em que ser pesquisadora e mãe provocam uma situacionalidade privilegiada, os conceitos de “kin” e “touching visions” são resgatados de modo a percebermos as fronteiras entre o “eu” e o “outro” enquanto borradas, possibilitando relacionalidades, criando conexões recíprocas e articulações entre os seres, sejam eles humanos ou não. |
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