Viver o fim, repensar um começo: representações pós-coloniais do futuro na cultura brasileira
O artigo percorre três representações do fim do mundo produzidas no Brasil: a música “E o mundo não se acabou” (1938), interpretada por Carmen Miranda; a vídeo-obra Luz negra (2002), de Nuno Ramos e Eduardo Climachauska; e o documentário de ficção científica Branco sai, preto fica (2014), de Adirley...
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| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Langue: | Portugais |
| Publié: |
e-cadernos CES
2020
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